“Esistir” é Irrupção
Memória, Existência, Resistência, Denúncia e Futuro na Experiência Negra
DOI:
https://doi.org/10.52451/kt77zc50Palavras-chave:
Sankofa, afropessimismo, "esistenciar", ubuntuResumo
Este artigo propõe uma reflexão sobre a experiência negra com base em cinco conceitos fundamentais: sankofa, afropessimismo, “esistenciar”[1], afrofuturismo e ubuntu. A partir de uma abordagem histórica e filosófica, o texto percorre os impactos da escravidão, da colonização e do racismo estrutural, articulando saberes ancestrais e contemporâneos que revelam a complexidade da existência negra. Com base em autores como Paul E. Lovejoy, Kabengele Munanga, Frank B. Wilderson III, Kenneth P. Serbin, Dom José Maria Pires, Cida Bento, Lia Vainer Schucman, Lu Ain Zaila e Aza Njeri, o artigo constrói uma narrativa que denuncia, resiste e mantém viva a possibilidade de imaginar futuros possíveis para a população negra.
[1] Ação que deriva do neologismo “existir”
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Referências
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